Resultado dos investimentos: agosto de 2026

Criado em em: 29 de setembro de 2026 / Atualizado em: 29 de setembro de 2026 Visualizações: 20

Agosto também foi um mês marcado pelas tensões entre Estados Unidos e Irã. As restrições ao transporte de petróleo pelo Estreito de Ormuz mantiveram a oferta global pressionada e levaram o petróleo Brent a permanecer próximo a US$ 90 por barril. Esse cenário aumentou as preocupações com a inflação e contribuiu para a alta dos juros de longo prazo nos mercados internacionais.

Nos Estados Unidos, não houve reunião do Banco Central Americano em agosto. No fim do mês, o discurso do presidente da instituição no encontro anual de Jackson Hole reforçou a preocupação com a inflação e indicou que os juros poderiam subir caso os preços continuassem pressionados.

No Brasil, a inflação apresentou melhora no curto prazo, reforçando as expectativas de continuidade da redução dos juros. O Banco Central realizou um novo corte de 0,25 ponto percentual, levando a Selic para 14% ao ano. Mesmo com a redução, os juros permaneceram elevados, favorecendo os investimentos ligados ao CDI, que rendeu 1,09% no mês.

A bolsa brasileira apresentou fortes oscilações durante agosto e encerrou o mês com queda de 0,33%. O período também foi marcado pela saída de investidores estrangeiros, enquanto o Dólar avançou 2,05% frente ao Real. No crédito privado, o mercado permaneceu relativamente estável, com maior procura por ativos de empresas de boa qualidade e menor risco.

Resultados dos planos de previdência

As carteiras de investimentos dos planos administrados pela Fundação Libertas na modalidade de Benefício Definido (BD) apresentaram rentabilidade consolidada de 0,71% em agosto. Já os planos na modalidade de Contribuição Definida (CD) apresentaram rentabilidade consolidada de 0,89%.

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