Resultado dos investimentos: junho de 2026

Criado em em: 29 de julho de 2026 / Atualizado em: 29 de julho de 2026 Visualizações: 49

Junho foi marcado pelo avanço de um acordo entre Estados Unidos e Irã, que permitiu a reabertura do fluxo de navios no Estreito de Ormuz e provocou forte queda nos preços do petróleo, que recuou cerca de 20% no mês, para perto de US$ 70 o barril, patamar próximo ao registrado antes do conflito. Nos Estados Unidos, o novo presidente do Banco Central Americano (FED), Kevin Warsh, realizou sua primeira reunião oficial à frente da instituição e reforçou um tom mais rígido do que o esperado pelo mercado, priorizando o combate à inflação, mesmo diante de uma economia ainda resiliente. Com isso, o mercado passou a precificar a possibilidade de alta de juros nos Estados Unidos, e o Dólar se fortaleceu de forma generalizada em relação às demais moedas. As bolsas globais recuaram no período, pressionadas pela perspectiva de juros mais altos por mais tempo e por incertezas envolvendo o setor de tecnologia.

No Brasil, a queda do petróleo proporcionou certo alívio para a inflação de curto prazo, mas não foi suficiente para conter a alta das taxas de juros futuras, pressionadas por ruídos político-fiscais ligados à proximidade do ciclo eleitoral. Ainda assim, o Banco Central deu continuidade ao processo de flexibilização monetária com novos cortes na Selic, mesmo diante da inflação de serviços, que ainda está pressionada por um mercado de trabalho aquecido. A bolsa brasileira teve um mês negativo: o Ibovespa recuou 1%, e o Real se desvalorizou comparado ao Dólar, acompanhando o movimento de fortalecimento global da moeda americana. No mercado de crédito privado, a alocação em debêntures seguiu contribuindo de forma seletiva para o desempenho das carteiras.

Resultados dos planos de previdência

As carteiras de investimentos dos planos administrados pela Fundação Libertas na modalidade de Benefício Definido (BD) apresentaram rentabilidade consolidada de 0,90% em junho. Já os planos na modalidade de Contribuição Definida (CD) apresentaram rentabilidade consolidada de 1,05%.

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