Resultado dos investimentos: julho de 2025

Criado em em: 27 de agosto de 2025 / Atualizado em: 27 de agosto de 2025 Visualizações: 1603

Em julho, o ambiente internacional foi marcado pela continuidade das tensões comerciais, sobretudo entre os EUA e seus parceiros. O governo Trump manteve tarifas elevadas, aplicando alíquotas médias acima de 15% para diversos países, incluindo o Brasil,. Apesar da manutenção dessas barreiras, houve avanços em acordos com União Europeia, Japão e outros, reduzindo riscos de retaliações imediatas. Nos EUA, a inflação seguiu elevada, impactada pelos efeitos das tarifas, e o mercado de trabalho mostrou sinais de desaceleração, com criação de vagas abaixo do esperado. O Banco Central Americano adotou postura cautelosa, mantendo juros estáveis e sinalizando possíveis cortes a partir do último trimestre. Na Europa, o Banco Central manteve a política monetária restritiva, e a China apresentou desaceleração na atividade industrial, mantendo-se em monitoramento constante. A volatilidade e as incertezas permanecem, moldando o cenário para os ativos globais.

No Brasil, julho foi marcado por forte reação dos mercados ao anúncio das tarifas americanas de 50% sobre exportações brasileiras, intensificando a volatilidade cambial e provocando saída de capital estrangeiro. O crescimento econômico mostrou desaceleração moderada, refletida em setores industriais, de serviços e crédito, enquanto o mercado de trabalho permaneceu resiliente, com desemprego em nível histórico baixo. A inflação continuou a desacelerar, influenciada pela valorização do real e pela queda nos preços das commodities, levando a quedas nas projeções do IPCA para 2025 e 2026. O Copom manteve a Selic em 15%, sinalizando fim do ciclo de alta e expectativa de juros elevados por período prolongado. No campo fiscal, houve avanços com a manutenção do decreto do IOF, mas o ambiente político segue tenso, especialmente diante das tensões comerciais com os EUA e a proximidade do pleito eleitoral de 2026.

Resultados dos planos de previdência

As carteiras de investimentos dos planos administrados pela Fundação Libertas na modalidade de Benefício Definido (BD) apresentaram rentabilidade consolidada de 0,88% em julho. Já os planos na modalidade de Contribuição Definida (CD) apresentaram rentabilidade consolidada dos investimentos de 0,96%.

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