Governança: entenda o conceito do Modelo das Três Linhas

Criado em em: 26 de setembro de 2023 / Atualizado em: 27 de setembro de 2023 Visualizações: 1768

No mundo em constante transformação, as organizações enfrentam desafios cada vez mais complexos em sua busca por uma governança sólida e eficaz. Um elemento-chave para atender a essas demandas é a gestão de riscos, e a Fundação Libertas, comprometida com a excelência em suas operações, adotou uma abordagem moderna e dinâmica para alcançar esse objetivo: o Modelo das Três Linhas.

Antes conhecido como “As Três Linhas de Defesa”, esse modelo passou por uma atualização em 2020 pelo The IIA, The Institute of Internal Auditors. A necessidade de adaptação do modelo foi impulsionada por uma compreensão crescente de que as abordagens tradicionais de governança e gestão de riscos estavam se tornando insuficientes diante das demandas em constante evolução.

Mas o que exatamente é o Modelo das Três Linhas?

Embora não esteja explicitamente mencionado nos normativos internos da Fundação Libertas, esse modelo foi adaptado à sua realidade e está firmemente incorporado à metodologia de gestão de riscos utilizada pela organização. Este modelo inovador divide as responsabilidades de gestão de riscos em três linhas distintas, cada uma desempenhando um papel fundamental:

A primeira linha – Áreas de negócio – é composta pelos colaboradores da Fundação Libertas que estão diretamente envolvidos nas operações diárias. Eles são os principais responsáveis por identificar, avaliar e gerenciar os riscos associados às suas atividades. Esta linha desempenha um papel crucial na gestão de riscos ao nível operacional.

A segunda linha inclui as funções de controle, como a área de Compliance e a gestão de riscos. Esta linha atua como um elo de supervisão e apoio à primeira linha, fornecendo orientação, políticas e procedimentos para garantir que os riscos sejam gerenciados de forma eficaz e em conformidade com as regulamentações.

A terceira linha tem como função avaliar de forma independente e objetiva a eficácia do processo de gerenciamento de riscos e controles, incluindo a forma como as primeiras e segundas linhas alcançam os objetivos. Para tanto, a Auditoria Interna deve ter acesso irrestrito às pessoas, recursos e informações de que necessita.

Segundo o diretor-presidente da Libertas, Lucas Nóbrega, “é fundamental que todos os colaboradores da Fundação compreendam e abracem esse modelo, pois ele desempenha um papel vital na construção de um futuro mais seguro e próspero para a organização e aqueles a que ela atende. Com o Modelo das Três Linhas, estamos preparados para enfrentar os desafios do presente e do futuro com confiança e resiliência”, ressalta.

O que torna o Modelo das Três Linhas tão relevante é seu foco não apenas na defesa, mas também na geração de valor. Em um tempo onde a preservação não é suficiente, as organizações precisam adotar uma postura proativa para prosperar. Isso implica em que todos, sem exceção, compreenderem seus papéis e responsabilidades na gestão de riscos.

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